
Enquanto escutava Casa das Máquinas (banda de rock progressivo brasileira das antigas) e pensava na água corrente (ou seria água corrente-água?) do setor II lá da UFRN que Jamorreu, entrei numa sublime reflexão sobre o abstrato, new age e movimentos pró-drogas. Eis que cheguei a algumas conclusões:
a) O abstrato é como o "pão nosso de cada dia". Por mais que a pessoa que se julgue normal, pelo menos por cinco minutos ao dia ela precisa pensar em coisas sem sentidos, aparentemente idiotas. Trata-se de uma questão de equilíbrio entre a razão e a inteligência, entre a consciência e o mundaréu de coisas que "preenchem" a nossa mente. Num plano maior, tudo me leva a crer que o caos existe em prol da ordem, e vice-versa, entendeu, entendeu?
b)New Age, ou Nova Era no nosso tupininquês, é uma ameaça direta ao mundo e ao equilíbrio que deve existir em tudo. Tá certo que o mundo precisa ser unido, tal e coisa... mas entregar tudo nas mãos de um único governante e esquecer que ele também é
homo-sapiens, já é loucura demais! Caso isso se concretize, vou ser forçado a acreditar nas profecias bíblicas que se referem a esta suposta união humanista como um malefício ao conjunto-todo. Portanto,diga NÃO à essa merda ( o que seria do meu blog sem palavrões?)
c)Não é preciso de droga nenhuma pra ficar doidão ou se elevar ao nível desejado, embora pareça o contrário. O que é preciso é apenas pensar em meio mundo de coisas que não fazem ou não têm muito sentido. Mas aí é que mora o problema: as drogas causam um tal estado comtemplativo mental, que somente um pensamento muito forte pode imitá-lo. O problema tá em transpor a barreira...
De resto, o resto é bobagem. Deixa pra lá...